O que é a dedetização ecológica?

O que é a dedetização ecológica?

dedetização ecológica Principalmente para quem mora em casas, a dedetização é um processo comum que costuma ser feito ao menos uma vez ao ano para eliminar diversos tipos de pragas e animais não desejados da residência, bem como, é claro, mantê-los afastados por um período significativo de tempo.

Dedetização ecológica

Para que o processo não contamine o meio ambiente, surgiu um sistema de dedetização ecológica, onde os óleos usados para diluir os venenos foram substituídos por água.

Ele traz a proposta de dedetizar as casas sem nenhum impacto negativo para o ecossistema ou o meio ambiente. A ideia principal é que funcione como os controles de pestes em grandes lavouras – há uma necessidade de eliminar as pragas, porém com um cuidado enorme para manter a capacidade produtiva do solo, e, naturalmente, não agredir os alimentos produzidos no mesmo ou outros tipos de animais que sejam importantes para o equilíbrio do ecossistema.

Meio ambiente protegido

As fórmulas utilizadas são distintas dos venenos de uma dedetização comum. Para isso, as pestes devem ser estudadas com mais cuidado, para que seja possível identificar o que as elimina sem nenhum tipo de agressão ambiental.

Por exemplo, algumas vezes, para eliminar as formigas, é preparada uma solução com limão. O limão funciona como uma espécie de repelente para estes animais, que ao invés de serem eliminados simplesmente se tornam repelidos e passam a procurar outro local para que sobrevivam.

Este ainda é um assunto bastante novo e com muito espaço para crescer e evoluir. Para que isso aconteça, deve ser estimulado pela população, cujo papel é cobrar as dedetizadoras para que cada vez mais implementem ações que não agridam o meio ambiente.

Vazamentos de petróleo: quais são os problemas diretos que causam para nós?

Vazamentos de petróleo: quais são os problemas diretos que causam para nós?Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente e a vida no planeta, os grandes vazamentos de petróleo certamente merecem um lugar de destaque. Geralmente, viram manchetes de meses nos grandes jornais e sites do mundo todo.

Esses derramamentos geralmente ocorrem no mar, afetado toda a vida existente nesse ecossistema. O risco de morte dos seres que ali habitam é enorme, além dos desequilíbrios biológicos que causa, interferindo em toda a cadeia da vida. Em alguns casos, espécies de peixes e outros animais, além de plantas marinhas que estão em risco de extinção acabam por desaparecer completamente.

O óleo pode ainda atingir os dutos de uma cidade portuária, causando seu entupimento.

Dependendo do lugar onde um acidente desses ocorre, suas consequências podem ser ainda maiores. Imagine que um grande vazamento atinge uma região famosa por sua atividade pesqueira. Isso vai impedir os pescadores de exercerem sua atividade. Em alguns casos, o tempo necessário para a recuperação do meio ambiente pode ser tão grande que nenhum de nós estará vivo quando isso acontecer. Já pensou nisso?

Limpeza dos vazamentos
O processo de limpeza de um local atingido pelo vazamento do óleo de um navio petroleiro precisa ser rápido:

  • Para diminuir o impacto do acidente, as equipes de limpeza cercam a mancha de óleo para evitar que o vazamento se espalhe. Depois, iniciando a recuperação da área.
  • No final, o óleo recolhido é separado da água ou da areia;
  • Aí, ele é processado e pode até ser usado de novo.

Mesmo que cercada de cuidados, a exploração de petróleo é considerada uma atividade de alto risco ambiental. Os acidentes ainda são constantes, e litros e mais litros de petróleo são derramados no mar, afetando imensas áreas do litoral.

Como economizar água em sua empresa

Como economizar água em sua empresaHoje a palavra de ordem do mercado é sustentabilidade. Grandes empresas buscam alinhar filosofia de trabalho com práticas sustentáveis, que visam cuidar dos recursos naturais e condições da região em que estão localizadas, para as próximas gerações.

Porém, está enganado quem pensa que tais práticas são necessariamente onerosas. Com pouco esforço e muita criatividade você pode fazer com que sua empresa faça sua parte com a natureza, e ainda economiza no orçamento mensal.

Dicas para consumir menos
Mobilize sua empresa para o consumo consciente da água. Oriente todos sobre a importância de fechar a torneira enquanto se lava as mãos. Lavar as mãos com a torneira aberta consume cerca de 7 litros de água.

Há no mercado, também, opções de torneiras inteligentes que ajudam a reduzir o consumo de água. As torneiras temporizadas podem ser reguladas para funcionar apenas por um determinado período de tempo quando acionadas. Existem também torneiras com sensor de presença, que só funcionam quando as mãos são posicionadas em frente ao sensor.

Se seu local de trabalho tem jardim, opte por trocar a mangueira por regadores. Apesar de cômodo, o uso da mangueira pode custar caro para sua empresa. Regar as plantas pode gastar 186 litros de água em apenas 10 minutos. O uso do regador reduz esse número por mais da metade, são 90 litros gastos. Sistemas eletrônicos de irrigação também são uma boa saída, principalmente, aqueles que possuem sensor de chuva.

Por outro lado, há fatores inerentes a boa educação de seus funcionários. Um pequeno furo no encanamento pode gerar um rombo no orçamento empresarial. Ocultos pelas paredes, vazamentos muitas vezes são difíceis de detectar e dependendo do tamanho podem encharcar o solo, pondo em risco a estrutura do prédio, sua segurança e a de seus funcionários.

Se houver esta suspeita ou aumento repentino no gasto mensal, procure uma empresa que preste serviço de caça-vazamento. Munidos de equipamentos de ausculta ultrassônica, os técnicos detectam até mesmo pequenos vazamentos com precisão.

Adotando tais práticas e cuidados com seu local de trabalho, você cuida do bem estar de seus funcionários e ajuda a criar um mundo melhor.

O Rio Tietê tem chance de ficar limpo?

O Rio Tietê tem chance de ficar limpo?O Rio Tiete, durante muito tempo, foi sinônimo de poluição e sujeira – e ainda é. Ele era limpo no começo do século, mas com o crescimento da cidade de São Paulo, ele foi recebendo dejetos de todos os lugares.

A chegada dos imigrantes de diversos países só aumentou a poluição do rio. Finalmente, quando São Paulo adorou uma política de esgoto, em meados da década de 1970, o Tiete escapou de qualquer chance de ser limpo: todos os dejetos eram jogados no rio, a céu aberto. O cheiro em suas redondezas era e ainda é insuportável, desvalorizando a região de uma forma imensa. De tão sujo, o Tiete entrou para a história e para a cultura de São Paulo como sinônimo de sujeira, inclusive com mergulhos supervisionados. De tão tóxico, uma pessoa pode mergulhar apenas 1 minuto no rio, usando roupas de proteção e não se expondo.

História semelhante vivia o Tamisa, em Londres. Um rio sujo, poluído, que desvalorizava não só as regiões próximas, mas a cidade como um todo. Foi quando a situação ficou crítica, na década de 1980, que o governo inglês resolveu tomar uma providencia e despoluir o Tamisa.

Através de um sistema especial de canos e tubulações, o Tamisa hoje é um rio navegável, com água limpa e vegetação em seu redor. Foi inspirado nesse bem sucedido projeto que a despoluição do Tiete já começou.

O processo consiste em alargar o rio, instalar canos e tubulações que filtrem a água. Por ser caro, demorado e longo, esse processo só terá conclusão em 2020, ou até mais.

Vale a pena esperar tanto, pois quando despoluído, o Tiete voltará a ser o que era. Para quem não sabe, a água do Tiete é potável já a uma distancia de 99 km da cidade de São Paulo, onde os dejetos não são despejados e o esgoto é tratado com propriedade.

Riscos que as enchentes podem trazer a nossa saúde

Riscos que as enchentes podem trazer a nossa saúdeAs enchentes são um problema muito frequente em todo o Brasil. Todos os anos, milhares de cidades sofrem com as inundações urbanas, causadas quase que exclusivamente pelo entupimento de bueiros. Com a grande quantidade de lixo jogado nas ruas e em aterros sanitários, os bueiros, que tem como função escoar as águas pluviais para os esgotos, não conseguem dar conta da obstrução que esse lixo provoca, fazendo com que aconteçam as enchentes.

Essa água que não conseguiu escoar fica acumulada na superfície junto com o lixo que entupiu os bueiros e a sujeira que sobe do esgoto. Não é preciso nem dizer o quanto isso traz riscos a nossa saúde.

Os principais riscos são provenientes da água, devido aos componentes infecciosos que elas apresentam. Quando em contato com o homem, essa água pode provocar hepatites, salmoneloses, febre tifóide, diarréia a até mesmo a temida leptospirose. Essa última doença é causada pela urina de rato, que nas enchentes costuma estar presente nas águas sujas. A taxa de mortalidade em pessoas contaminadas com a leptospirose chega a 20% dos casos.

A forma mais comum de contaminação é através da ingestão de água das enchentes ou o contato das mucosas com essa água. Pessoas que não tiveram um contato direto com a enchente também podem ser prejudicadas, através do contato com alimentos e reservatórios que receberam essa água contaminada.

Os alimentos que tiveram contato com água da enchente devem ser descartados – nem pense em consumi-los. Se embalagens lacradas e fechadas a vácuo entraram em contato com a água da enchente, devem ser esterilizadas em uma solução de duas colheres de hipoclorito de sódio para um litro de água.

Outro cuidado a ser tomado durante as enchentes é com os animais peçonhentos que costumam invadir as casas após acidentes, principalmente em casas que ficam próximas a matagais e barrancos. Fique atentos a buracos, frestas, rachaduras ou qualquer lugar que acomode insetos.

Após o susto, higienize bem a caixa d’água e durante toda a ocorrência, mantenha mãos e punhos sempre higienizados com álcool a 70%. Em casos de enchente, prevenção nunca é demais. Principalmente com a água e sua manutenção.

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