Conheça os pombos belgas e pombos romanos

Pombo Belga e Romano

pombo belga e romano Assim como qualquer tipo de animal, pombos também possuem dominações diferentes, como subtipos ou raças. Os mais famosos, é claro, são os pombos romanos. Levam este nome os pombos comuns, que são vistos com facilidade em qualquer centro urbano brasileiro.

É uma raça de pombos bastante rústica, sendo a mais conhecida e a mais populosa do mundo. Estes animais pesam entre um quilo e um quilo e meio, medindo, em média, cinquenta centímetros. Algumas vezes, chegam a ter um metro entre as extremidades de suas asas.

Não é um animal que se reproduz em uma velocidade tão alta, se comparado a outras aves: em um ano um casal dá a luz, em média, a uma dúzia de filhotes. Estes pombos possuem diversas cores em seu corpo, sendo que as mais comuns são os tons de cinza esverdeados.

E os pombos belgas, você conhece?

Certamente, você já deve ter ouvido falar nessa espécie de pombo! São os famosos pombos-correios, aqueles que víamos quando íamos ao circo na infância. Seu sentido de orientação é claramente superior ao de qualquer ave, tanto que era utilizado como entregador de mensagens no passado.

É um animal mais robusto, por isso consegue percorrer grandes distâncias em um dia, voando a noventa quilômetros por hora, uma velocidade bastante alta, sem se cansar como o pombo comum. Também são mais leves, o que auxilia em todo este processo: os pombos dessa raça não pesam mais do que seiscentos gramas.

Apesar de ambos serem animais parecidos, essas duas raças são bastante diferentes, tanto em aparência, quanto em comportamento. Para efeito de comparação, pense nos cachorros: um cão da raça poodle se comporta de maneira totalmente diferente de um pitbull ou um labrador, ainda que em sua essência possuam características similares. Isso porque são animais de origens diferentes que, por viverem em locais diferentes, precisaram desenvolver diversos tipos de habilidades distintas.

Você conhece o detector de enchente criado por um brasileiro?

Você conhece o detector de enchente criado por um brasileiro?Quem mora nas grandes cidades do país, sabe que este é um problema cada vez mais constante no cotidiano dos moradores, principalmente no verão. Enquanto o problema não é solucionado, um brasileiro criou um detector de enchente para avisar as autoridades sobre o perigo iminente. Então, quando bueiros, tubos e canos estiverem em sua capacidade máxima, cuidado!

O profesor Jô Ueyama, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), criou uma ferramenta que é capaz de avisar aos controladores quando há uma possível enchente próxima, antes de ela acontecer. Os benefícios em curto prazo desta criação são inúmeros: imagine quantas famílias poderão ser removidas e quantas vidas serão salvas.

Outra função do projeto chama a atenção, sua capacidade de medir a poluição nos rios. Os pesquisadores da área podem agora utilizar a invenção para saber o nível de poluição de um determinado e rio e realizar um planejamento adequado para sua restauração, com estratégias de acordo com o nível de poluição.

Como é avaliado nível de poluição
Já se sabe que quanto mais limpa uma água, menor é o grau de eletricidade que ela pode conduzir. Logo, se um determinado rio conduz um alto grau de eletricidade, ele certamente estará poluído. De acordo com o professor responsável pelo projeto, ele poderá dar resultados mais específicos para o grau de poluição de um rio.

Como foi desenvolvida a criação
Ueyama afirmou que a ideia surgiu durante o curso de doutorado, quando seu colega, o inglês Daniel Hughes, sugeriu o desenvolvimento de um sensor e desenvolveu um sistema de monitoração de enchentes para os rios. Segundo o brasileiro, a ideia combinava direitinho com as necessidades brasileiras, principalmente em épocas de fortes chuvas.

O projeto poderia ser utilizado para enviar sms aos telefones da Defesa Civil ou até mesmo, quem sabe, aos moradores das áreas consideradas de risco. Mas há muito ainda o que fazer para que o sensor seja usado em todas as regiões do País, cumprindo seu objetivo de salvar vidas.

Desinsetização ou dedetização: qual serviço utilizar?

Dedetização ou Detetização ou ainda Desinsetização qual o termo correto?
Desinsetização ou dedetização: qual serviço utilizar? A palavra “dedetização” tem como origem o veneno DDT, muito utilizado após os anos cinquenta, que agora é proibido por ser muito tóxico e contaminar fortemente o ambiente.

A palavra Detetização é apenas uma variação do termo derivado do veneno diclorodifeniltricloroetano (DDT). Tanto o verbo dedetizar quanto detetizar tem o mesmo significado, aplicar DDT, ou seja veneno para insetos.

Hoje ainda existem novos termos associados às novas formas possíveis de eliminar insetos e outros animais, como desinsetização ou desinfestação com inseticidas. Estes formatos acabam com as pestes apenas com produtos permitidos pela lei. São diversos os tipos de desinsetização, que variam de acordo com os pesticidas, armadilhas e venenos usados, assim como com o objetivo da ação, que pode ser feita para eliminar insetos, ratos, artrópodes, aranhas e até pombos.

O maior risco a ser considerado é a contaminação de pessoas nos locais dedetizados. Em segundo plano, deve-se tomar muito cuidado com a contaminação de outros animais e, é claro, do meio ambiente. Claro que se o processo é feito por profissionais especializados, esse risco chega a zero.

Controle integrado de pragas
Atualmente, o sistema mais eficiente em eliminar pragas sem nenhuma das agressões citadas é o controle integrado de pragas. Isso porque este controle permite atacar apenas um tipo especifico de praga, não a qualquer ser vivo.
O controle integrado tem como objetivo utilizar menos pesticidas, minimizando consideravelmente o risco causado por elas.

Sabia?
As pragas tendem a se acostumar com os venenos usados em desinsetizações, e eventualmente, tornam-se resistentes às mesmas.

Por isso, surgem novas tecnologias todos os dias. Muitas servem apenas para afastar os animais do ambiente e não matá-los. Isso ocorre principalmente entre espécies protegidas, como alguns morcegos e outros animais.

Já com baratas, ratos, cupins e outros insetos, a exterminação mostra-se mais eficiente. Vale lembrar que, essas aplicações precisam ser feitas por especialistas. Caso contrário, podem causar prejuízos aos animais e às pessoas que vivem na casa contaminada. Fique ligado!

Você acha que deveríamos ter aulas de sustentabilidade nas escolas?

Você acha que deveríamos ter aulas de sustentabilidade nas escolas?

Você acha que deveríamos ter aulas de sustentabilidade nas escolas?Imagine uma escola sustentável, onde as cadeiras, a lousa e a mesa fossem sustentáveis, produzidas com bambus. A água é reciclada, os pratos são feitos de folha de bananeira e os jardins possuem hortas… Todo o universo escolar seria marcado pela sustentabilidade, passando às crianças noções que precisam entender desde pequenas.

Isso já existe. Infelizmente, não aqui no Brasil. A escola sustentável se chama Green School e fica na Indonésia. Já conta com 281 estudantes de todas as idades (do maternal ao Ensino Médio).

As atividades diárias oferecidas nesta escola, além da grade curricular, são: artes criativas, como danças e reciclagem, e estudo do meio.

Diariamente, as crianças aprendem a plantar árvores, arroz e bambu, além de cuidarem da horta da escola.

Dessa maneira, as crianças crescem ouvindo falar nos benefícios de tratar o meio ambiente bem, já sabem da importância de não jogar lixo no chão, de reciclar objetos, entre outras coisas.

Como já falamos, toda a mudança que queremos em nosso país, começa da educação das crianças, desde o Ensino Infantil, e esse seria um ótimo começo, você não acha? Será que essa ideia vai pegar?

O que as minhocas comem?

o que as minhocas comem?As minhocas são animais subterrâneos, o que significa que vivem embaixo da terra e lá fazem tudo que necessitam, inclusive, suas “refeições”. Mas o que elas comem?

As minhocas se alimentam do solo que está se decompondo, com detritos de outros seres.

Uma curiosidade é que elas estão sempre mudando de território, quando o solo já foi 100% reciclado por elas. Depois de um tempo, elas voltam para comer os novos detritos.

Umidade do solo atrai as minhocas

Além dos detritos de outros animais, restos de animais, plantas e frutos, as minhocas são principalmente atraídas pela umidade do solo, que é essencial para sua sobrevivência.

Quando chegam a um ambiente e começam a se alimentar, realizam também a troca de gases sob a terra (respiração). Dessa maneira, a terra fica mais bem preparada para que as plantações nasçam com louvor.

Estas minhocas que procuram a terra sozinhas dificilmente serão confinadas – basta a terra ter sido usada por elas que elas passem a procurar outros locais para viver.

Como criar minhocas?

É possível também estimular a presença das minhocas no solo, com a decomposição de restos vegetais e animais. Basta jogar frutas e verduras e deixa-las enterradas, apodrecendo. Dá também para jogar restos de carne e de comidas, mas isso pode atrair animais indesejados, como baratas e ratos, por isso, não é indicado.

Todos esses materiais são fundamentais para a sobrevivência das minhocas. Portanto, para ter uma criação de minhocas, basta programar a roçagem da terra com uma frequência fixa.

Vale lembrar que é preciso ter muitas minhocas no mesmo ambiente, para que elas comecem a se reproduzir. As minhocas são seres hermafroditas, ou seja, que têm dois sexos, mas que não conseguem se reproduzir sozinhas. Para isso, precisam de outra minhoca, para trocar material genético.

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