por Desentupidora Sampex | 23/08/2012 | Meio Ambiente
Se divertir, praticar exercícios, garantir que um evento que você gostaria que acontecesse de fato se realize e ainda economizar recursos naturais do planeta. Tudo isso ao mesmo tempo. Parece loucura? Algo impossível de acontecer? Pois saiba que essa reunião de atributos vem se tornando algo cada vez mais comum. Conhecido mundialmente como Bike Bar, essa junção de criatividade e tecnologia foi criada por um grupo de aficionados por bicicletas como uma alternativa para incentivar as pessoas a pedalarem.
O que é o Bike Bar?
O funcionamento disso é extremamente simples. Num aparelho que lembra um conjunto de bicicletas ergométricas, quatro ou mais pessoas pedalam incessantemente, fazendo girar a engrenagem e gerando a energia necessária para a realização de uma manifestação, um show ou o que quer que seja.
Quando um dos voluntários se cansa, não é difícil encontrar entre os presentes outra pessoa disposta a pedalar por uma boa causa. O sistema do Bike Bar pode ser alugado ou comprado e, segundo seus criadores, é melhor do que painéis solares e geradores movidos a biodiesel, pois coloca pessoas pedalando juntas ao mesmo tempo em que fazem algo de gostam e que precisa de energia para acontecer.
É a tecnologia a serviço da saúde e do meio ambiente. O esforço dos ciclistas voluntários gera a energia que faz tudo funcionar. Além de ser um meio de transporte ecológico e uma atividade física, a ação coloca todas as pessoas atuando juntas para construir algo, evitando a poluição causada pelos carros, um dos grandes problemas de nossas cidades.
Além disso, ações desse tipo conscientizam as pessoas de que o meio ambiente precisa de ajuda. Dessa maneira, elas ficam melhores informadas e divulgam ideias verdes e sustentáveis, como não jogar lixo nas ruas para evitar enchentes e entupimentos de bueiros; recolher a sujeira do cachorro enquanto passeia com ele; economizar água no dia a dia, entre outras coisas..
por Desentupidora Sampex | 11/08/2012 | Meio Ambiente
Uma medida que vem ganhando força é o fim da utilização das sacolas plásticas no comércio das cidades. Em alguns lugares, como São Paulo, sua extinção já virou até lei, e já mostram surpreendentes resultados. O benefício mais imediato que é possível apontar é o fim das sacolinhas nas ruas, causando o entupimento dos bueiros das cidades. Essas sacolas, além de demorarem a se decompor, não são resistentes e muitas vezes estouram antes mesmo de serem jogadas no caminhão de lixo, deixando a cidade suja e mal cheirosa.
Uma alternativa que os comerciantes encontraram é cobrar pelo uso das sacolas plásticas, o que já reduz de maneira considerável sua utilização. Com a cobrança, a maioria dos clientes passa a trazer de casa suas próprias sacolas, de tecido, plástico não descartável ou qualquer outro material reutilizável.
Por ser um produto considerado banal, a população acaba perdendo noção de valor que essas sacolinhas possuem. Também não percebem o impacto que elas causam no meio ambiente. Além da redução na produção de lixo, deixarão de ser utilizadas milhares e milhares de toneladas de petróleo, matéria-prima básica das sacolas.
Como está a situação das sacolinhas hoje
No Brasil, tirando alguns casos isolados como São Paulo e Jundiaí, medidas nessa direção ainda são incipientes, muitas vezes limitando-se a campanhas de conscientização, que esperam que os consumidores decidam espontaneamente abandonar o uso das sacolinhas.
Atualmente, cerca de 33 milhões de sacolas são distribuídas, principalmente por supermercados, somando, ao final de um mês, cerca de um bilhão. Ainda é muito, não é? Você concorda com essa lei? Conta pra gente!
por Desentupidora Sampex | 27/07/2012 | Meio Ambiente
Quem mora nas grandes cidades do país, sabe que este é um problema cada vez mais constante no cotidiano dos moradores, principalmente no verão. Enquanto o problema não é solucionado, um brasileiro criou um detector de enchente para avisar as autoridades sobre o perigo iminente. Então, quando bueiros, tubos e canos estiverem em sua capacidade máxima, cuidado!
O profesor Jô Ueyama, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), criou uma ferramenta que é capaz de avisar aos controladores quando há uma possível enchente próxima, antes de ela acontecer. Os benefícios em curto prazo desta criação são inúmeros: imagine quantas famílias poderão ser removidas e quantas vidas serão salvas.
Outra função do projeto chama a atenção, sua capacidade de medir a poluição nos rios. Os pesquisadores da área podem agora utilizar a invenção para saber o nível de poluição de um determinado e rio e realizar um planejamento adequado para sua restauração, com estratégias de acordo com o nível de poluição.
Como é avaliado nível de poluição
Já se sabe que quanto mais limpa uma água, menor é o grau de eletricidade que ela pode conduzir. Logo, se um determinado rio conduz um alto grau de eletricidade, ele certamente estará poluído. De acordo com o professor responsável pelo projeto, ele poderá dar resultados mais específicos para o grau de poluição de um rio.
Como foi desenvolvida a criação
Ueyama afirmou que a ideia surgiu durante o curso de doutorado, quando seu colega, o inglês Daniel Hughes, sugeriu o desenvolvimento de um sensor e desenvolveu um sistema de monitoração de enchentes para os rios. Segundo o brasileiro, a ideia combinava direitinho com as necessidades brasileiras, principalmente em épocas de fortes chuvas.
O projeto poderia ser utilizado para enviar sms aos telefones da Defesa Civil ou até mesmo, quem sabe, aos moradores das áreas consideradas de risco. Mas há muito ainda o que fazer para que o sensor seja usado em todas as regiões do País, cumprindo seu objetivo de salvar vidas.
por Desentupidora Sampex | 23/07/2012 | Meio Ambiente
Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente e a vida no planeta, os grandes vazamentos de petróleo certamente merecem um lugar de destaque. Geralmente, viram manchetes de meses nos grandes jornais e sites do mundo todo.
Esses derramamentos geralmente ocorrem no mar, afetado toda a vida existente nesse ecossistema. O risco de morte dos seres que ali habitam é enorme, além dos desequilíbrios biológicos que causa, interferindo em toda a cadeia da vida. Em alguns casos, espécies de peixes e outros animais, além de plantas marinhas que estão em risco de extinção acabam por desaparecer completamente.
O óleo pode ainda atingir os dutos de uma cidade portuária, causando seu entupimento.
Dependendo do lugar onde um acidente desses ocorre, suas consequências podem ser ainda maiores. Imagine que um grande vazamento atinge uma região famosa por sua atividade pesqueira. Isso vai impedir os pescadores de exercerem sua atividade. Em alguns casos, o tempo necessário para a recuperação do meio ambiente pode ser tão grande que nenhum de nós estará vivo quando isso acontecer. Já pensou nisso?
Limpeza dos vazamentos
O processo de limpeza de um local atingido pelo vazamento do óleo de um navio petroleiro precisa ser rápido:
- Para diminuir o impacto do acidente, as equipes de limpeza cercam a mancha de óleo para evitar que o vazamento se espalhe. Depois, iniciando a recuperação da área.
- No final, o óleo recolhido é separado da água ou da areia;
- Aí, ele é processado e pode até ser usado de novo.
Mesmo que cercada de cuidados, a exploração de petróleo é considerada uma atividade de alto risco ambiental. Os acidentes ainda são constantes, e litros e mais litros de petróleo são derramados no mar, afetando imensas áreas do litoral.
por Desentupidora Sampex | 18/07/2012 | Meio Ambiente
O Rio Tiete, durante muito tempo, foi sinônimo de poluição e sujeira – e ainda é. Ele era limpo no começo do século, mas com o crescimento da cidade de São Paulo, ele foi recebendo dejetos de todos os lugares.
A chegada dos imigrantes de diversos países só aumentou a poluição do rio. Finalmente, quando São Paulo adorou uma política de esgoto, em meados da década de 1970, o Tiete escapou de qualquer chance de ser limpo: todos os dejetos eram jogados no rio, a céu aberto. O cheiro em suas redondezas era e ainda é insuportável, desvalorizando a região de uma forma imensa. De tão sujo, o Tiete entrou para a história e para a cultura de São Paulo como sinônimo de sujeira, inclusive com mergulhos supervisionados. De tão tóxico, uma pessoa pode mergulhar apenas 1 minuto no rio, usando roupas de proteção e não se expondo.
História semelhante vivia o Tamisa, em Londres. Um rio sujo, poluído, que desvalorizava não só as regiões próximas, mas a cidade como um todo. Foi quando a situação ficou crítica, na década de 1980, que o governo inglês resolveu tomar uma providencia e despoluir o Tamisa.
Através de um sistema especial de canos e tubulações, o Tamisa hoje é um rio navegável, com água limpa e vegetação em seu redor. Foi inspirado nesse bem sucedido projeto que a despoluição do Tiete já começou.
O processo consiste em alargar o rio, instalar canos e tubulações que filtrem a água. Por ser caro, demorado e longo, esse processo só terá conclusão em 2020, ou até mais.
Vale a pena esperar tanto, pois quando despoluído, o Tiete voltará a ser o que era. Para quem não sabe, a água do Tiete é potável já a uma distancia de 99 km da cidade de São Paulo, onde os dejetos não são despejados e o esgoto é tratado com propriedade.
por Desentupidora Sampex | 16/07/2012 | Meio Ambiente
As enchentes são um problema muito frequente em todo o Brasil. Todos os anos, milhares de cidades sofrem com as inundações urbanas, causadas quase que exclusivamente pelo entupimento de bueiros. Com a grande quantidade de lixo jogado nas ruas e em aterros sanitários, os bueiros, que tem como função escoar as águas pluviais para os esgotos, não conseguem dar conta da obstrução que esse lixo provoca, fazendo com que aconteçam as enchentes.
Essa água que não conseguiu escoar fica acumulada na superfície junto com o lixo que entupiu os bueiros e a sujeira que sobe do esgoto. Não é preciso nem dizer o quanto isso traz riscos a nossa saúde.
Os principais riscos são provenientes da água, devido aos componentes infecciosos que elas apresentam. Quando em contato com o homem, essa água pode provocar hepatites, salmoneloses, febre tifóide, diarréia a até mesmo a temida leptospirose. Essa última doença é causada pela urina de rato, que nas enchentes costuma estar presente nas águas sujas. A taxa de mortalidade em pessoas contaminadas com a leptospirose chega a 20% dos casos.
A forma mais comum de contaminação é através da ingestão de água das enchentes ou o contato das mucosas com essa água. Pessoas que não tiveram um contato direto com a enchente também podem ser prejudicadas, através do contato com alimentos e reservatórios que receberam essa água contaminada.
Os alimentos que tiveram contato com água da enchente devem ser descartados – nem pense em consumi-los. Se embalagens lacradas e fechadas a vácuo entraram em contato com a água da enchente, devem ser esterilizadas em uma solução de duas colheres de hipoclorito de sódio para um litro de água.
Outro cuidado a ser tomado durante as enchentes é com os animais peçonhentos que costumam invadir as casas após acidentes, principalmente em casas que ficam próximas a matagais e barrancos. Fique atentos a buracos, frestas, rachaduras ou qualquer lugar que acomode insetos.
Após o susto, higienize bem a caixa d’água e durante toda a ocorrência, mantenha mãos e punhos sempre higienizados com álcool a 70%. Em casos de enchente, prevenção nunca é demais. Principalmente com a água e sua manutenção.