As caixinhas de leite e de sucos, também conhecidas como Tetra Pak, são utilizadas por nós em larga escala todos os dias. Além de versáteis, seguras e econômicas, as caixinhas Tetra Pak também podem ser recicladas e reaproveitadas por nós, ajudando assim na preservação ambiental.
Nas cidades e bairros onde os resíduos domésticos são separados para reciclagem, as embalagens de caixinhas Tetra Pak pós-consumo, são encaminhadas para uma fábrica de reciclagem.
O processo se inicia nas indústrias de papel. É lá que acontece o processo de separação entre as camadas de plástico, alumínio e papel, presentes nas embalagens. O papel separado e reciclado é transformado em caixas de papelão, principalmente.
Já o plástico e o alumínio são reciclados por meio de diferentes tecnologias, e podem ser usados de diversas formas, como por exemplo, em conjunto para a fabricação de telhas, placas, canetas, vassouras, etc.
Segundo dados do próprio fabricante: “Em 2009, 27.1 milhões de embalagens da Tetra Pak foram recicladas em todo o mundo. Nos últimos sete anos, a reciclagem cresceu 73%. Somente no Brasil, foram recicladas cerca de 50 mil toneladas de embalagens Tetra Pak pós-consumo.”.
Reaproveitando as caixinhas de leite
Uma ótima forma de reaproveitar as caixinhas de leite ou as caixinhas Tetra Pak em geral, é através do artesanato. Além de uma atitude consciente e saudável, o processo requer apenas o uso da criatividade e da imaginação, e pode ser feito por todos nós.
Objetos de decoração como cestos, vasos, caixinha porta-objetos e tudo o mais que a sua imaginação permitir são uma ótima forma de decorar sua casa e ainda contribuir com o meio ambiente!
Abaixo, alguns exemplos de artesanato feito com esses materiais:
Uma ideia inovadora de dois pesquisadores norte-americanos é capaz de substituir o isopor feito de poliestireno, substância derivada do petróleo, por um material feito com matéria orgânica e subprodutos agrícolas, que além de aguentar altas temperaturas, também é biodegradável, podendo ser utilizado como adubo para as plantas.
A EcoCradle é uma embalagem inventada por Eben Bayer e Gavin McIntyre, pesquisadores da Universidade Rensselaer Polytechnic, com o intuito de substituir as que são produzidas com isopor, material fabricado em grande escala no mundo, cerca de 35 milhões de toneladas por ano, que é prejudicial para o meio ambiente, demorando cerca de oito anos para se decompor.
A embalagem sustentável é feita com um ingrediente chamado micélio, substância encontrada no cogumelo, que é muito resistente ao calor; maleável, podendo ser modelado em vários formatos e espessuras; além de ser biodegradável. O micélio é colocado em uma estufa juntamente com subprodutos agrícolas, como resíduos de algodão, cascas de trigo, palha de milho, entre outros, a partir daí um fungo se desenvolve formando uma espécie de ligamento que junta todos os materiais, que em sete dias se transformarão no “isopor de cogumelo”.
Benefícios para o meio ambiente
Além de substituir um produto que polui a natureza, a EcoCradle economiza 10 vezes mais energia que a produção de protetores sintéticos como o isopor, pois em seu processo de fabricação os cogumelos são cultivados no escuro e sem a necessidade de irrigação. Além disso, após a sua utilização, o isopor de cogumelo pode ser picado e usado como adubo para as plantas, pois a embalagem é feita de material orgânico.
Infelizmente, este produto não é exportado para outros países, pois os criadores levam em consideração a filosofia de transportes curtos para evitar as emissões de CO2, mas segundo um dos criadores do EcoCradle, eles pretendem desenvolver uma forma de produzir este material em casa.
Saiba como as baratas podem ajudar a produzir Etanol
As baratas são tidas como insetos nojentos por muitas pessoas, que poderiam ser extintos do planeta terra, mas o que muita gente não sabe é que este pequeno animal pode trazer grandes benefícios para o meio ambiente. Algumas substâncias encontradas no seu sistema digestivo podem ser capazes de produzir álcool a partir do bagaço de cana.
Pesquisadores da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – estão realizando pesquisas com duas espécies de baratas: a Periplaneta americana, que é mais conhecida, por ser comum em grandes cidades, já que vivem em esgotos ou escondidas dentro das casas; e a Nauphoeta cinérea, uma barata típica da América Central, mas que atualmente é encontrada em vários lugares.
Estas espécies de baratas passaram por um processo de adaptação, sendo alimentadas apenas com bagaço de cana. E os pesquisadores tiveram um resultado positivo, pois elas foram capazes de digerir o alimento através de enzimas – substâncias encontradas no seu sistema digestivo –, que degradaram o bagaço da cana-de-açúcar, desta forma obtendo açucares que podem ser utilizados na produção de Etanol, através da fermentação de fungos conhecidos como leveduras.
Os pesquisadores ainda não produziram álcool durante estas experiências, mas a descoberta é um grande avanço tecnológico que ajudará o meio ambiente no futuro, já que eles pretendem isolar as enzimas produzidas pelas baratas para retirar o açúcar do bagaço de cana em laboratório.
Se você não pretende usar as baratas da sua casa para fazer a sua prórpia produção de álcool, chame a Sampex para fazer uma dedetização de baratas. Ligue (11)5669-3000, a visita técnica é totalmente gratuita!
Kenguru: O primeiro carro elétrico para cadeirantes
Muitos carros foram inventados para promover a acessibilidade de cadeirantes, mas entre tantos disponíveis, o Kenguru chega com diferenciais de mercado. Além de facilitar a entrada do motorista, é totalmente amigável ao meio ambiente, isso mesmo, esse modelo ecológico é movido à energia elétrica.
Ao idealizar o Kenguru, a Community Car’s projetou um automóvel que ajudasse as pessoas com dificuldade de locomoção, mas ao mesmo tempo tivesse um diferencial ecofriendly. O objetivo foi alcançado e hoje o carro chega ao mercado com um tamanho compacto, alcança de 50 a 120 Km em uma velocidade de 45 km/h e sem precisar recarregar a bateria.
Um carro elétrico diferente!
Entre as principais características do Kenguru está o conforto. Ele não possui banco, pois a cadeira de rodas cumpre essa função, e desta maneira o cadeirante fica mais independente, já que não precisa de ajuda para guardá-la ao entrar no carro ou pegá-la ao sair. Para entrar no automóvel é necessário apertar apenas um botão no controle remoto que abre as portas traseiras e acionar a rampa por uma alavanca.
O produto por enquanto ainda só está disponível em algumas cidades norte-americanas e custa uma bagatela de US$ 25 mil, aproximadamente R$ 53 mil. Ainda não há a previsão de importação deste veículo para o Brasil. Quer saber mais sobre o Kenguru? Então, assista o vídeo abaixo!
Todo mundo conhece a qualidade e importância para a tecnologia mundial que a Apple adquiriu nestes 36 anos, desde que foi inaugurada por Steve Wozniak e Steve Jobs na Califórnia, EUA. Mas o que algumas pessoas não sabem é que a companhia tem uma grande preocupação com o meio ambiente, são mais de 20 anos criando projetos, principalmente, voltados para a utilização de alternativas energéticas durante a produção, transporte, utilização de produtos e nas suas instalações.
A mais nova iniciativa da Apple é a criação de uma espécie de “fazenda” em Maiden, na Carolina do Norte, com mais de 400 mil metros quadrados de painéis de captação solar que irão manter o funcionamento da base de dados da empresa. A companhia terá a capacidade de produzir 60% do total de energia necessária para abastecer o seu Data Center de forma sustentável e os outros 40% serão de energia limpa comprada de fontes locais e regionais.
Antes mesmo de ficar pronto, o Data Center da Apple já conquistou a certificação LEED Platinum do U.S. Green Building Council, por conta da sua importância para o meio ambiente, já que terá a capacidade de gerar 84 milhões de kWh de energia limpa anualmente, o suficiente para abastecer quase 11 mil casas.
Desde janeiro, supermercados paulistas pararam de dar sacolas plásticas para os consumidores, oferecendo sacolas sustentáveis (de pano) e caixas de papelão.
Isso porque, entre outros motivos, os sacos estavam sendo pouco reutilizados e acabavam parando direto do supermercado para o lixão (eram usados como sacos de lixo, sendo que não são tão resistentes quanto os sacos de lixo, estourando muitas vezes, sujando ruas e entupindo bueiros).
Nos lixões, eles ainda demoram centenas de anos para se degradarem. Ainda causam vários prejuízos ao solo, pois os deixam impermeáveis.
Além disso, poluem os rios, flutuam nas águas e, ao chegarem aos mares, são confundidos com alimentos por tartarugas e peixes, e acabam sendo comidos, prejudicando os animais. Aves também se enganam e acabam se sufocando com os sacos.
Mas como substituir as sacolas plásticas?
Diversas empresas já estão produzindo sacos resistentes e biodegradáveis e vendendo em mercados seus pacotes. O problema é que ainda está um pouco caro consumir produtos amigos da natureza. Uma caixa com 100 sacos de lixo, por exemplo, custa cerca de R$ 25. É uma despesa a mais, já que antes, não pagávamos por saco de lixo, né?
Vale a pena?
Responda: você acha que vale a pena gastar mais em produtos de empresas que ajudam o meio ambiente, desenvolvem trabalhos beneficentes e ajudam à comunidade? Ou você acha que o mais barato é a melhor opção sempre?